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Pacheco é o melhor para o país’, diz Kassab, presidente do PSD

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, só não será o candidato do partido ao Planalto, em 2022, se não quiser. “Mas tenho certeza de que ele vai aceitar essa missão, aceitar o chamamento que os brasileiros estão fazendo”, enfatizou. “O Brasil já não aguenta mais esse clima de ódio, falta de respeito, falta de transparência. O governo não vai bem, o que é reconhecido por quase 80% da população. Então, é preciso apresentar uma alternativa, e a melhor delas é Rodrigo”, acrescentou, em entrevista ao programa CB.Poder, parceria entre o Correio e a TV Brasília.  Na ocasião, evitou se apresentar como pré-candidato à Presidência da República, embora tenha discursado em clima de campanha eleitoral. “Acho que ele está correto de ainda não assumir essa postura, até porque tem enorme responsabilidade de presidir o Congresso Nacional, e essa será sua prioridade”, ressaltou Kassab. “Porém esse cargo dá a possibilidade de os brasileiros o conhecerem. Vão ficar claras as diferenças entre Rodrigo e os outros candidatos: a juventude, a formação no campo da moral e ética, a capacidade de conciliação.”.

ano de 2022 já está na pauta, só se fala em eleição. O PSD chega com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, como candidato. Quais são os próximos passos para a campanha?

Não posso falar pelo Rodrigo Pacheco, mas a minha sensibilidade e mais de 30 anos de experiência na vida pública me levam a crer que ele vai aceitar o chamamento que os brasileiros estão fazendo. O Brasil já não aguenta mais esse clima de ódio, falta de respeito, falta de transparência. O governo não vai bem, o que é reconhecido por quase 80% da população. Então, é preciso apresentar uma alternativa, e a melhor delas é Rodrigo.

Por que Rodrigo Pacheco?

Porque ele é uma pessoa séria, inteligente, bem preparada. Muito jovem ainda, se tornou um dos melhores advogados de Minas Gerais e do Brasil. E, em um determinado momento de sua vida, decidiu entrar na política, que é uma paixão da vida dele. Isso aconteceu há quase sete anos. Nesses anos, ele mostrou uma renovação na política. Não está há 30 anos nessa vida como eu, ou a 40, como o Lula. Ele chegou faz pouco tempo, mas já atuando no plano nacional. Então, tem um pleno conhecimento do que é o Brasil e seus problemas, tem uma facilidade nas relações institucionais, porque, hoje, é chefe de um poder. Rodrigo mostra muito talento para política. Ele começou como deputado federal, foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça e foi bem. Foi tão bem como deputado e presidente da CCJ que se elegeu como senador mais votado de Minas Gerais, chegando ao Senado. Dois anos depois, se elegeu presidente do poder.

Mal ou bem, vemos que a polarização continua. O ex-presidente Lula tem a melhor performance nas pesquisas, seguido do presidente Bolsonaro. Como é possível quebrar essa polarização? Já tem muita gente apostando que o PSD vai lançar um candidato para depois apresentar o vice de Lula.

Quero te afirmar que o PSD vai ter candidato para presidente da República. Eu espero que seja o Rodrigo Pacheco, acho que é o melhor para o Brasil. Ele só não será se não quiser, mas eu tenho certeza de que ele vai aceitar essa missão. O partido se preparou para isso. O PSD é jovem, mas já tem 10 anos. Neste momento, nós tínhamos de deixar claro que era um partido que veio para inovar. Não tem nenhum sentido um partido existir para apoiar candidatos de outras legendas, porque eleição é o momento que o partido se apresenta. Então, essa é a nossa decisão. Eu tenho certeza de que será Rodrigo Pacheco. Já o conheço bem. Acho que ele está correto de ainda não assumir essa postura, até porque tem enorme responsabilidade de presidir o Congresso Nacional, e essa será sua prioridade. Porém esse cargo dá a possibilidade de os brasileiros o conhecerem. Vão ficar claras as diferenças entre Rodrigo e os outros candidatos: a juventude, a formação no campo da moral e ética, a capacidade de conciliação.

Temos diversos candidatos postulando ser a terceira via. Como isso vai funcionar? Porque vai ser preciso dar uma estreitada nessas candidaturas para que um deles consiga chegar ao segundo turno. Como será esse trabalho? Vai conversar com outros partidos, uma vez que o senhor nem participou das primeiras reuniões que foram feitas?

Participar para quê? Alguém acha que Doria (governador de São Paulo, João Doria) vai desistir? Que Ciro (Gomes) vai desistir? Quem vai tomar essa decisão é o eleitor. E nós vamos nos preparar para o eleitor definir se quer essa alternativa ou não. Essa questão de somar esforços, dialogar, é tudo muito positivo, mas eu não acredito nisso. A democracia pressupõe que o partido lance um candidato. Então, nós vamos lançar, é um bom candidato. Tenho certeza de que temos todas as condições de fazer uma bela campanha. E, se ganhar, vai ser bom para o Brasil. Fonte: Correio Brasiliense.

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