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Segundo vereadores, prefeito Gledson Bezerra faltou com a verdade ao declarar que serviços públicos iriam parar por culpa da casa 

Nesta segunda-feira,(9), durante sessão extraordinária, vereadores de Juazeiro do Norte apreciaram um veto do executivo sobre uma emenda feita à Lei Orçamentária Anual de 2023. A emenda  era modificativa que desloca dotações orçamentárias do Gabinete do Prefeito para outras três secretarias municipais.

A maioria dos parlamentares atendeu a convocação da presidente Yanny Brena (PL), e compareceu ao plenário. O clima entre os edis era harmônico, mas alguns vereadores deixaram claro que não estavam ali pelo prefeito e sim, pela população Juazeirense.  

Adauto Araujo, eleito 1º secretário da mesa diretora, fez uma espécie de desabafo e defesa dos parlamentares. O vereador falou sobre a reunião da semana passada em que o prefeito solicitou a apreciação do veto com urgência, foi atendido pela presidente Yanny, mas ao sair para dar entrevista voltou a colocar a casa em maus lençóis com a população, afirmando que vários serviços iriam parar por que o orçamento 2023 estava travado na Câmara.  

“Falou que em Juazeiro iria faltar recurso para vários serviços, quando ele sabe que ele tinha ainda   62 milhões do orçamento passado para gastar esse mês”, explicou.

De acordo com o vereador, o prefeito Gledson tem o costume de dizer a todo momento que a Câmara está dificultando sua administração, mas uma hora o povo  vai ver quem está falando a verdade. 

Capitão Vieira Neto afirmou que o gestor e secretários falam em falta de recursos para encher o tanque de uma ambulância ou para pagar direitos como o décimo terceiro a servidores e colocam a culpa na Câmara.

“É mentira, vocês é que não planejaram corretamente os gastos de vocês. Inclusive essa casa, deu uma suplementação de 35% dentro do orçamento. Não culpem o poder legislativo, culpem a má gestão de vocês”, disse.

A emenda feita à LOA 2023 no ano passado apenas deslocava recursos do direcionados para o gabinete do prefeito, para serviços básicos, como saúde e educação, mas o chefe do executivo acabou reprovando esse ponto do projeto e travou uma espécie de disputa com o poder legislativo.

Por Redação.

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